A justiça piauiense se prepara para a realização de um grande mutirão para o julgamento de mais de trezentos processos de investigação de paternidade, que estão parados no Tribunal de Justiça do Piauí devido a falta de exames de DNA.
A ideia é que a primeira etapa de atendimentos seja feita em Teresina, capital do Estado, na primeira e segunda semanas de fevereiro de 2010. Também é considerada a possível extensão do atendimento para algumas das principais cidades do Piauí, tais como Parnaíba, Picos, Piripiri e São Raimundo Nonato.
Para discutir a proposta e buscar formas de viabilizá-la, recentemente, o Defensor Público Geral, Nelson Neri Costa, acompanhado pela Corregedora da Defensoria Pública, Myrtes Freitas, estiveram reunidos com o Juiz Auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado, José Vidal de Freitas Filho. Também participaram da reunião o Juiz Auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça, Virgílio Madeira Martins Filho; a Juíza da 6ª Vara de Família e Sucessões e Coordenadora do NAT, Lara Kaline Siqueira Furtado; o Diretor do Laboratório Central - Lacen, Ronaldo Costa e a servidora da Defensoria Pública do Estado, Ana Maria Silva.
O objetivo é resolver todos os processos pendentes, nos quais a parte autora do pedido seja assistida pela Defensoria Pública do Piauí.
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